desalinho as linhas
que de piano fazem vida.
limiares de organização
turvam-me a visão.
tudo em raiva, crespo.
forte raiz rugosa rege
de vivências que protege.
espasmos de carne,
espasmos mentais.
ora, medieval fronteira
ocorre-me:
faremos duelo nobre.
sangue exaltado,
gritos eufóricos,
últimos suspiros
e paz.
atentos olhos
prestes a saltar,
energia desce até à boca
e coisa que me perturba,
culpar o outro por minha
instabilidade e culpa.
humor feroz, tímido
e intercalado
solta-me impressões
em turbilhões do pensar.
injúrias e perco-me em multidões.
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