quinta-feira, 25 de maio de 2017

a viagem ao dever

devia e insisto no dever,
ainda que faminto,
não de alimento...
de uma essência,
um olhar longe e atento
de vida transparente.
poucos o sabem.

não sei ao certo,
mas desconfio e sonho.
sei-a.
e mal suporto a luz
ao fitar sombrio dela.


e da ilusão sou adepto.
em cada máscara
uma nova máscara
que me atrevo a pisar
e fazer emergir a essência.
nada de coisa superficial,
uma filosofia a cada olhar,
uma vida ainda a proclamar,
talvez com o meu grito.
acontece-me.


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