entre as paredes,
entre as gargalhadas dos outros
e dela,
o mesmo movimento repete-se
aqui e ali,
vem e volta,
solta-se a tinta das mãos,
sente-se a alma no papel.
e de tanta água, vinho e sangue,
a sede é tanta,
que se envenena em tinta.
ela é obra,
pintura,
tão viva que sobra.
consome esse ardor,
perde esse horror,
não vês que ninguém vê?
eu vi-a.
quem imagina...
(ainda).
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