ofegante na mente,
e o caminhar longínquo
do imaginar
a cada metro de pedra
que percorre e corre
rápido, com receio,
reles, crespo.
morre na janela
da torre e escorre
um ruído sem fim,
apavorado,
corre.
não há um motivo concreto
para a ilusão dominar
na agitada mente,
e mente no revirar.
porque tudo deve acontecer
porque se vive
e se revive
sem se tocar no fado.
aqui,
a alma
sente e reflete.
a mente não espera a decisão.
e porque são tantas
e não alcanças?
a esfera de cristal
converte-se
num presente incerto.
e no chão
a cada fragmento
uma possibilidade.
esta dor de escolher
é minha dor de viver.
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