não é, nem há-de ser
uma mera cara sem remorso
e de falsa atitude.
o sangue enche ao pescoço,
com pensamento a mil,
e há cruzamento de cores
em disformes formas
que levam à forma
de tão esbelta figura
a pairar no ar
de realidade oculta.
de tanto sonho e desejo,
a satisfação, se não
a nível profissional,
talvez pessoal
é pouco satisfatória.
e então arde-se na pele,
mata-se no ofício,
repete-se o exercício
e dá-se o vício!
ser de ligações fortes
e de navegações corajosas,
que sorri ao passado
que deixa guardado
numa velha arca
que o abarca
para planeta tão distante.
anda pelo vento,
nada pela areia,
a mais bela criatura do monumento
que se prende na própria teia.
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